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Sporting base II: equilibrar

Julho 31, 2012 por

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Equilibrar. Médio-defensivo, equilibrar. Aceita-se mas, depois, também se ouve que sem bola há quem pressione e quem equilibre, e nunca mais pára. Começa a crescer a bola de neve dos disparates. Afinal o que é que é equilibrar? Para uma maioria considerável, equilibrar será andar por aí e ser o vagabundo da equipa. É correr […]

(Excerto)

Julho 29, 2012 por

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Não quero estar para aqui com a presunção que seria necessária para afirmar sem ter vergonha que fomos feitos um para o outro, porque me fica mal. Com a presunção vinham as palavras que nem eu quereria ler quando acabasse, porque metade iria ser mais fruto do êxtase deste momento do que da razão, e […]

O Companheiro do Whisky

Julho 18, 2012 por

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O meu primeiro encontro com John Mayer aconteceu quase por obrigação. Foi, por isso, um pouco tímido, quase às escondidas. Sempre achei que o que ele fazia era, permitam-me a expressão, “música de gaja”. Ou de guitarrista – pelos benefícios de ser “música de gaja”. Se é que me faço entender. Foi, porém, graças a […]

Sporting base I: ou há ideia ou nada. Nada.

Julho 17, 2012 por

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Como já se defendeu, Alvalade sempre foi de aplaudir muito mais aquilo que faz menos sentido. Às tantas as pessoas nem dão pela contradição e fica bem dizer que isto e que aquilo, consoante. Não nos identificamos com as pessoas que bebem jornais e manchetes com a sede das ressacas, contando sonhar já tudo não […]

O amor em The Shins – crónica (nada imparcial) no SBSR 2012

Julho 14, 2012 por

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Ninguém diria que, mais de dez anos depois de lançar o primeiro disco (com uma formação herdada dos Flake Music, a sua primeira banda), um dos melhores do grupo e da década de 2000, e no ano em que edita (com um conjunto de músicos totalmente diferente do primeiro) Port of Morrow, longa-duração duvidoso, sofrível […]

Nunca mais é sábado

Julho 11, 2012 por

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“More productive. Comfortable. Not drinking too much.” Já mal consigo estar sentado. Cinco minutos de seguida, porra, nem cinco minutos. Abro páginas novas, e abas novas, e todas vazias. Abro por abrir. Mais nada. E passaram quê, trinta segundos. Nunca mais é sábado. Sábado eu sei que passa num instante. Sei que vou acordar tarde […]